
Histórias em quadradinhos, cartazes publicitários, elementos de consumo diário e a nova icnografia, representada pelas estrelas de cinema , da televisão e do rock, passaram a integrar a temática central desta nova corrente .
As actividades desses grupos começaram em Londres por volta de 1961 sob a forma de conferencias, nos artistas, críticos de cinema, escritores e sociólogos ,discutiam o efeito dos novos produtos da cultura popular originados pelos meios de comunicação de massa. De Inglaterra o movimento transferiu-se para os Estados Unidos, onde finalmente se consolidaram os seus princípios estéticos como nova corrente artística.
Nos Estados unidos além das acções dos grupos londrinos, os artistas da camada Pop tiveram como referencia, desde 1950, os chamados Happenings e Environments , onde se fazia uso de todas as disciplinas para criar espaços lúdicos de duração efémera.
A Arte Pop americana desde o inicio mostrou interesse em deixar de lado as abstracções e afirmar-se com uma estética figurativa renovada .
A frieza de expressão das colagens de anuncios publicitários de Rosenquist e os quadros eróticos de Wesselman, próximos dos quadros de Schwitters fazem uma imitação burlesca da nova cultura gráfica publicitária.
Apesar de terem êxito e das suas obras se valorizarem no mercado mundial, estas em nenhum momento foram entendidas que não num plano que não fosse meramente estético , foram criticadas por realizar uma arte eminentemente comercial.
No Pop Britânico os artistas realizaram exposições nas quais os quadros eram verdadeiros mostruários do quotidiano inglês, reflectiam a nostalgia das tradições ,num sentido mais critico e irónico ,quase em tom de humor ,faziam de uma forma grotesca imitação dos hábitos consumistas da sociedade.